Prefeito e 1ª Dama usam carros oficiais em ida a motel

O Prefeito de uma pequena cidade do Norte do Paraná, no mês de Dezembro de 2019, marcou um encontro amoroso com uma funcionária comissionada da Prefeitura, em um motel de Londrina. O prefeito é responsável pela sua vida amorosa, mesmo sendo um homem casado. Dirigindo um veículo oficial da Prefeitura de sua cidade, ele foi para o Motel combinado e câmeras de praças de pedágio registraram sua passagem.

O azar do prefeito foi a Primeira Dama do município descobrir a traição e acompanhada de uma filha do casal, pegar outro carro da Prefeitura e ir tirar a situação a limpo. O que aconteceu, então, fica fácil de se deduzir. Porém, o caso chegou ao conhecimento do Ministério Público do Paraná. E o MP chamou o casal para um ajuste de contas. Ambos assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta e pagarão juntos R$ 18. 650 46 pela utilização dos carros oficiais para fins particulares. A Primeira Dama do município também é Secretária Municipal de Assistência Social.

O ocorrido caracteriza lesão ao erário e desrespeito aos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade. O valor gasto com combustível foi de apenas R$ 89,83. O restante do valor a ser recebido é multa contra o prefeito e a Primeira Dama. Ambos não querem comentar o ocorrido, conforme palavras de advogado do casal. Pelo que se sabe, eles permanecem casados.

Em nota distribuida à imprensa, o advogado do prefeito relata o seguinte:

NOTA À IMPRENSA

Sobre o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo prefeito de Santa Cecília do Pavão, Edimar Santos, com o Ministério Público, o advogado que o defende, Maurício Carneiro, faz alguns esclarecimentos.

Carneiro afirma que seu cliente nunca esteve em motel algum com qualquer pessoa que seja e que em nenhum momento o prefeito usou veículo da prefeitura que não fosse de interesse da coletividade ou dos munícipes de Santa Cecília do Pavão.

Também destaca que é inerente ao cargo de prefeito participar de reuniões, eventos e de outras atividades nas cidades próximas ao seu município, tendo assim que passar pelos pedágios da região, o que por si só nada prova.

Esclarece ainda que seu cliente assinou o TAC, que o obriga a devolver para o município pouco mais de R$ 18 mil, com o único objetivo de preservar a instituição familiar.

Com  informação da TV

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