Marina Silva irá para o PSB

PSB é o destino de Marina Silva

Com o slogan “um partido decente”, o PSB tenta ganhar simpatizantes em todo o país. E tem um projeto de poder, onde não deixa de participar das eleições majoritárias em todos os níveis. Isto é importante para uma agremiação partidária que quer fazer valer seu programa e estatuto. Marina Silva, que viu frustrado seu projeto de constituir um novo partido, a REDE, optou por somar-se ao PSB de Eduardo Campos, politico nordestino de grande prestígio e que já teve o nome cogitado para disputa da Presidência.

No sábado a novidade política fica por conta desta decisão de Marina Silva. Quando à candidatura à Presidência, agora fica a interrogação: ela e Eduardo Campos comporão uma chapa com qual dos dois encabeçando?

Indefinição

Na tarde desta sexta-feira, quando se esperava uma definição sobre o futuro politico da ex-senadora Marina Silva, ela afirmou em entrevista coletiva no final da tarde, em Brasília, que decidirá até este sábado (5) se disputará a Presidência da República em 2014. “Ainda estou em processo de decisão”, declarou. Diversos partidos já abriram suas portas para que ela se coloque no páreo. Em pesquisas recentes a ex-candidata à Presidência teve desempenho destacado, sendo a segunda colocada.

TSE barrou novo partido

Ex-senadora Marina Silva não consegue registro do seu novo partido politico. Por seis votos a um, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (3)  não conceder registro ao partido Rede Sustentabilidade, da ex-senadora Marina Silva, por falta de assinaturas de apoio necessárias para a criação da legenda. Com isso, o partido não poderá participar das eleições de 2014.

O único ministro a votar a favor da criação do partido foi  Gilmar Mendes. Os outros seis votaram contra (Laurita Vaz, João Otávio de Noronha, Henrique Neves, Luciana Lóssio e Marco Aurélio Mello e Cármen Lúcia).

Segundo o TSE, Marina comprovou apoio de 442 mil eleitores em assinaturas validadas pelos cartórios eleitorais, mas a lei exige 492 mil, o equivalente a 0,5% dos votos dados para os deputados federais nas últimas eleições.

Após o julgamento, ainda no plenário do TSE, Marina Silva se dirigiu aos apoiadores da Rede: “Ainda somos um partido. Não temos registro, mas temos o mais importante: temos ética. Vamos ficar mais fortes.” Ela deve decidir na sexta-feira eventual recurso contra a decisão do TSE e se vai se candidatar por outra legenda em 2014.

O tribunal converteu o pedido de criação da legenda em “diligência”, o que permite que Marina apresente mais assinaturas. No entanto, como o prazo para concessão de registro termina no sábado (5) e até lá não haverá nova sessão da Corte eleitoral, o partido não poderá participar da disputa de 2014.

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