Semana do Aleitamento Materno começa

Nesta quarta-feira (1), às 9 horas, a Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do Comitê Municipal de Aleitamento Materno (Calma), abrem a Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) que vai de 1 a 7 de agosto, e neste ano traz o tema “Aleitamento Materno: a base da vida”. A solenidade acontecerá na Maternidade Municipal Lucilla Ballalai, localizada na Rua Jacobe Bartolomeu Minatti, 350, na Vila Casoni.

Em Londrina as atividades da Semana são promovidas pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Diretoria de Atenção Primária à Saúde e Comitê de Aleitamento Materno de Londrina (CALMA).  A enfermeira e coordenadora do Calma, Lilian Poli de Castro, explicou que a SMAM foi criada para dar maior visibilidade à amamentação, possibilitando a troca de experiências e conhecimento na área, além de incentivar a prática da amamentação. “O tema deste ano reforça que a amamentação é um alicerce da boa saúde ao longo da vida, para a criança e a mãe”, apontou.

Na abertura, além do pronunciamento de autoridades, com as presenças previstas do secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, será realizada uma apresentação do processo de trabalho do aleitamento materno realizado na Maternidade Municipal, que incluiu um passo a passo em que a mãe, o acompanhante e o bebê recebem dentro da maternidade, com o objetivo do sucesso do aleitamento materno.

A enfermeira conselheira do aleitamento materno da Maternidade Municipal, Tatiana Antonio e Silva, explicou que este passo a passo é fundamental no sucesso da amamentação, pois já na gestação a mulher precisa receber uma série de informações para que ela tenha êxito. Segundo ela, existe todo um contexto psicológico e social, além do fisiológico, que influenciam.

“Por isso, na rede municipal de saúde, esta mulher recebe apoio tanto na atenção primária, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), quanto na maternidade, antes dela ganhar o bebê e após o parto, durante todo o tempo em que ela está na Lucilla Ballalai, e quando ela vai para o seu domicílio, pois neste período fazemos um monitoramento a fim de saber como está sendo a amamentação em casa, fechando este ciclo”, contou.

Tatiana lembrou que o aleitamento exclusivo até o sexto mês de vida da criança reduz os índices de morbimortalidade infantil. “O leite materno é um alimento padrão ouro para os bebês, por isso a importância de mantê-lo exclusivamente até o sexto mês de vida da criança e complementado com outros alimentos oportunos para a idade até dois anos ou mais”, ressaltou.

Cartilha Virtual – Durante a abertura oficial também haverá o lançamento da Cartilha Virtual do Aleitamento Materno, elaborada pela equipe da Maternidade, que inclui diversas informações sobre o tema, entre elas: como amamentar corretamente; quanto tempo o bebê deve mamar; composição do leite materno; extração manual do leite materno; retornando ao trabalho e mantendo o aleitamento materno. A cartilha já está disponível no Portal da Prefeitura de Londrina, link https://goo.gl/vWnBDC.

O Congresso Nacional sancionou a Lei Federal nº 13.435, de 12 abril de 2017, que institui agosto como o Mês do Aleitamento Materno (Agosto Dourado). Com isso, neste período serão intensificadas ações intersetoriais de conscientização e esclarecimento sobre a importância do aleitamento materno, por meio da promoção de palestras e eventos, divulgação nas mídias sociais e nos espaços públicos, reuniões com a comunidade, entre outras.

Mídias sociais – Uma novidade da campanha este ano é a produção de vídeos sobre o tema, para as mídias sociais, pelas próprias instituições de saúde integrantes do Calma e UBSs. A ação conta com apoio do Núcleo de Comunicação (N.com), da Prefeitura de Londrina, e os vídeos serão publicados nos perfis do Facebook e Youtube da administração.

Sobre o Calma – O Comitê Municipal de Aleitamento Materno foi instituído pela Secretaria Municipal de Saúde, em 1995, com o objetivo de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno no município. Atualmente o grupo integra 22 instituições de assistência, ensino e pesquisa na área da saúde, tanto públicas como privadas e filantrópicas. Em 2017, 100% das instituições participaram de pelo menos uma das atividades do Comitê.

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