Prefeitura doa projeto da BR 369 ao DNIT

Durante reunião realizada em Brasília, Barbosa Neto também apresentou o projeto para a construção do maior aeroporto de cargos do país e um dos maiores da América Latina

O prefeito de Londrina, Barbosa Neto, anunciou hoje (25), pela manhã, durante a solenidade de prestação de contas do Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), a doação do estudo de viabilidade para a execução do projeto de modernização da BR 369 e apresentou o projeto Arco Norte.

De acordo com o prefeito, o estudo para a modernização da BR 369 custou R$ 3 milhões de reais do município e conta com mais de três mil páginas. O documento foi doado ontem (24), em Brasília, ao diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Jorge Ernesto Pinto Fraxe.

A previsão é que o DNIT invista R$ 230 milhões na execução do projeto, que prevê a realização de 18 intervenções, nas quais serão feitas transposições, trincheiras e viadutos ao longo da BR 369. “Estamos procurando antecipar os recursos para a realização das obras, assim como estamos fazendo com as previstas para a PR 445, que está com os editais lançados e que contará com 13 viadutos”, disse o prefeito.

Durante a solenidade, o prefeito também falou a respeito da intenção de construir o maior aeroporto de cargas do Brasil e um dos maiores da América Latina, o Arco Norte. Ontem, ele se reuniu com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Wagner Bittencourt de Oliveira para discutir o projeto.

O investimento será de R$ 5 bilhões provenientes da União e prevê a construção de 4 km de pista, onde poderão decolar e aterrissar aviões de grande porte que atualmente não contam com local apropriado para pouso no Brasil. Aproximadamente 5.400 hectares de terreno serão decretados como de utilidade pública para a realização da obra.

Para Barbosa Neto, “o projeto Arco Norte é estratégico para o Brasil e está localizado em uma área privilegiada. Terá quatro modais com a passagem para a ferrovia Norte/Sul, pelo terreno ao lado de Apucarana, e do segundo maior polo ferroviário do Brasil, que é Cambé, ao lado do rio Tibagi. E envolverá oito cidades com hidrovias, ferrovias, aeroporto e rodovias equidistantes”.

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