Julgando e errando

Julgareis e pecareis

Nos nossos dias, quando já estamos no III Milênio, ainda procedemos como os fariseus que estranhavam a conduta de Jesus. Quando estamos na igreja, e percebemos que adentrou o recinto alguém de má fama, – conhecida ou presumida – em nosso íntimo, mesmo que não compartilhemos com outros, reprovamos aquela presença.
Imaginamos que estamos no lugar certo, como filhos abençoados de Deus, e algumas vezes até comentamos com a autoridade religiosa, aquela inconveniente visita.
Em Lucas, 15, a Bíblia relata que “muitas vezes vinham cobradores de impostos (gente deonesta) e muitas pessoas de má fama para ouvir os sermões de Jesus; com isso começaram diversas queixas dos lideres religiosos e dos estudiosos da lei judaica, por que Jesus estava fazendo amizade com aquela gente baixa – e até comendo com eles”. Foi quando Jesus contou a parábola das 100 ovelhas e uma que se perdera. Ele demonstrou que o Bom Pastor iria atrás da ovelha desgarrada, e ao encontrá-la a carregaria nos braços para casa, todo alegre.
Quando, na nossa igreja, alguém assim se apresenta, devemos abrir os braços, dar as boas vindas e envolver no Amor de Cristo. Ele nos ensina a amar aos nossos semelhantes, pois há muito mais alegria no céu por causa de um pecador perdido que volta para Deus, do que por outros 99 que não se perderam.

Antenor Ribeiro – Destaknews

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