Deus estende suas mãos

Quando sinto a força me faltar e a coragem me deixar, corro para os braços de Deus. Ali me refugio e fico até que a tempestade passe e volte o tempo bom. Como menino medroso clamo pelo Pai, que me estende a mão e me conduz pelos caminhos tortuosos, me ensinando coisas.

Na escuridão o inimigo trabalha ardilosamente e coloca pedras de tropeço que nem sempre percebemos. Quando damos por conta, estamos muito distantes da luz e o retorno é difícil. Mas aquele ponto distante, como uma cabeça de alfinete, que permite passar a claridade, pode crescer e se tornar uma porta enorme, a nos mostrar tudo que Deus tem para nós.

Buscando, certamente iremos achar. O caminho existe e pode ser íngreme, de difícil caminhar, mas com uma recompensa certa para quem nele andar. Muitas vezes curvamos nossos joelhos, caímos derrotados e nos deixamos ficar, extenuados, à margem da estrada. Porém, quando o vento do Espírito sopra e nos faz sentir que forças novas estão chegando, podemos voltar a sustentar nossas pernas. E os passos, então, devem ser firmes e em direção Àquele que sempre nos aguarda, como Pai amoroso, que faz festa quando o filho pródigo retorna.

Você que está caído, sem forças e desanimado, clame ao Deus que amou o mundo de tal forma, que foi capaz de dar o seu Filho para pagar pelos nossos pecados. Ele continua disposto a nos receber, pois Jesus derramou seu sangue por todos nós. Por mim e por você. Ele quer ver o triunfo de cada um de nós sobre o ardiloso príncipe das trevas. E depois que der o primeiro passo, não volte seus olhos para trás. A luz que brilha à frente é seu objetivo. Ignore tudo que está ficando às suas costas. Tenha a certeza de que o reencontro será motivo de festa, e corra para os braços do Pai. Ele ama você e haverá festa no céu pelo seu retorno à Sua família.

 

Antenor Ribeiro

 

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