• 03/01/2012

    Julgando e errando

    Julgareis e pecareis

    Nos nossos dias, quando já estamos no III Milênio, ainda procedemos como os fariseus que estranhavam a conduta de Jesus. Quando estamos na igreja, e percebemos que adentrou o recinto alguém de má fama, – conhecida ou presumida – em nosso íntimo, mesmo que não compartilhemos com outros, reprovamos aquela presença.
    Imaginamos que estamos no lugar certo, como filhos abençoados de Deus, e algumas vezes até comentamos com a autoridade religiosa, aquela inconveniente visita.
    Em Lucas, 15, a Bíblia relata que “muitas vezes vinham cobradores de impostos (gente deonesta) e muitas pessoas de má fama para ouvir os sermões de Jesus; com isso começaram diversas queixas dos lideres religiosos e dos estudiosos da lei judaica, por que Jesus estava fazendo amizade com aquela gente baixa – e até comendo com eles”. Foi quando Jesus contou a parábola das 100 ovelhas e uma que se perdera. Ele demonstrou que o Bom Pastor iria atrás da ovelha desgarrada, e ao encontrá-la a carregaria nos braços para casa, todo alegre.
    Quando, na nossa igreja, alguém assim se apresenta, devemos abrir os braços, dar as boas vindas e envolver no Amor de Cristo. Ele nos ensina a amar aos nossos semelhantes, pois há muito mais alegria no céu por causa de um pecador perdido que volta para Deus, do que por outros 99 que não se perderam.

    Antenor Ribeiro – Destaknews





    03/01/2012

    Um único caminho

    Na Bíblia, à qual recorrem os cristãos para maior conhecimento da Palavra de Deus, no capítulo 14 do Evangelho de João, está escrito que Jesus Cristo disse ser o Caminho, a Verdade e a Vida.

    Ninguém chega ao Pai a não ser através do Filho, diz o texto. Adorar a Deus é adorar ao Pai, Filho e Espírito Santo. Santo, Santo, Santo é o Senhor, diz o louvor na igreja, entoado por muitas vozes. E diz que “Santo é o Senhor, Deus Poderoso! Que era, que é, e que há de ser”… por todos os séculos dos séculos, Santo!
    Jesus ensinou aos homens, naquele tempo, que qualquer coisa que pedissem ao Pai, em Seu nome, seria concedido. Ele não disse que poderia ser feito um pedido a Deus, em nome de um apóstolo, para que Deus atendesse. Não há essa procuração, na Bíblia, dada a quem quer que seja.
    Por que nós, homens, precisamos buscar outros caminhos? Quando recorremos a alguém diferente de Jesus para pedir ao Pai, não estamos menosprezando ao Filho de Deus? Não estamos, com essa atitude, deixando de aceitar a palavra de Jesus, relatada em praticamente todos os evangelhos?
    Não é encontrada nenhuma passagem no Novo Testamento dizendo que os cristãos devem orar (ou rezar) a Deus, pedindo qualquer coisa em nome de Paulo, Pedro, João, Lucas, Timóteo, Maria, Madalena ou algum outro personagem, pois Deus irá atender.
    A única certeza existente é de que, “vocês podem pedir a Ele qualquer coisa, em meu nome, e Eu o farei, e assim o Pai será glorificado através do Filho” (João 14.13). Não há ninguém mais que faça milagres, como muitos gostam de sugerir. E toda glória seja dada ao Pai.

     





    03/01/2012

    Perdão cansa de perdoar?

    Quantas vezes perdoar?

    Vinícius de Moraes foi um grande compositor de música e homem extremamente culto, embaixador do Brasil, uma celebridade. Mas errou totalmente em uma de suas canções populares ao dizer que “o perdão também cansa de perdoar”. O “poetinha” como era carinhosamente chamado pelos seus amigos, não leu a Bíblia no trecho em que Jesus responde sobre o perdão. Houve uma indagação de Pedro, a Jesus, sobre quantas vezes deveria perdoar um irmão que pecasse contra ele.
    Leia em sua Bíblia, em Mateus, 18, versículos 21 e 22. Pedro quis dar a resposta à sua própria pergunta, até tentando demonstrar que era muito benevolente:
    – Sete vezes? “Não!” respondeu Jesus, “Setenta vezes sete”. Essa expressão quer dizer que não há limites para o perdão. Nossa natureza humana gosta de colocar limites. Mas quando imaginamos que Deus pode se cansar de nos perdoar também, é bom manter em nosso coração essa passagem. Devemos amar ao nosso semelhante como a nós mesmos. E na oração que Jesus nos ensinou, dizemos sempre: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. Quantas vezes?

    Antenor Ribeiro – Destaknews





    03/01/2012

    Ousadia

    Pedir para receber

    Muitas vezes na vida deixamos de receber apenas por não termos tomado a iniciativa de pedir. Quando algumas vezes nos perguntamos: -Por que não ganhei?, nos esquecemos de algo básico: não pedimos.
    O Pai nos dará forças em nossa fraqueza, coragem em nossa covardia, ânimo em nossa depressão, vitória quando a derrota parece certa. Precisamos confiar e saber que o Pai nos ama.
    Em Lucas, 11.11-13 está escrito: “Qual dentre vós é o pai que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra? Ou, se lhe pedir um ovo lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?
    A salvação é para todos, mas só os que se arrependem, confessam e recebem são salvos. A promessa do Espírito Santo é para toda carne, mas o indivíduo deve pedir, entregar-se e receber.
    Há uma passagem bíblica que mostra Pedro pedindo para andar sobre a água. Mas ele fez mais. Ele saiu do barco e moveu as pernas, como se estivesse andando e a água se tornou sólida debaixo de seus pés. Os outros discípulos estavam no barco, mas eles não pediram, não tentaram e não andaram.

    Antenor Ribeiro – Destaknews





    03/01/2012

    Retendo a palavra

    O quanto produzimos

    Quanto temos produzido em nossos dias? Por que retemos a palavra que conhecemos? O que nos foi ensinado e que poderia também transformar vidas, muitas vezes ocultamos e deixamos que o tempo passe sem que a semente produza. Se somos um galho em uma árvore frutífera, será estranho que não produzamos frutos.
    João, no capítulo 15 de seu Evangelho escreve “Eu sou a videira verdadeira e meu pai é o Agricultor”. Lendo este capítulo entendemos que Deus espera que possamos produzir abundantemente. A palavra nos ensina que Ele corta os galhos que não produzem. E limpa os ramos que dão fruto, para que produzam ainda mais.
    Como você se identifica neste contexto? Jesus é a videira e nós somos os ramos. Portanto, todos os que dizem aceitar a Jesus, devem produzir muitos frutos. Caso estejamos vivendo com Jesus, ele continuará a nos fortalecer e fornecendo-nos a seiva indispensável para que produzamos em abundância. Mas se nos separamos dele, somos jogados fora como ramos imprestáveis, que secarão e depois, como num monte de gravetos, são queimados.
    Vamos orar e pedir entendimento a Deus, em nome de Jesus, para que no nosso dia a dia possamos viver como Ele quer que vivamos. E que nossos gestos sejam de amor, para que possamos continuar merecendo o mesmo Amor que Deus nos deu, quando entregou seu único Filho por nós.

    Antenor Ribeiro – Destaknews





    27/12/2011

    Deus estende suas mãos

    Quando sinto a força me faltar e a coragem me deixar, corro para os braços de Deus. Ali me refugio e fico até que a tempestade passe e volte o tempo bom. Como menino medroso clamo pelo Pai, que me estende a mão e me conduz pelos caminhos tortuosos, me ensinando coisas.

    Na escuridão o inimigo trabalha ardilosamente e coloca pedras de tropeço que nem sempre percebemos. Quando damos por conta, estamos muito distantes da luz e o retorno é difícil. Mas aquele ponto distante, como uma cabeça de alfinete, que permite passar a claridade, pode crescer e se tornar uma porta enorme, a nos mostrar tudo que Deus tem para nós.

    Buscando, certamente iremos achar. O caminho existe e pode ser íngreme, de difícil caminhar, mas com uma recompensa certa para quem nele andar. Muitas vezes curvamos nossos joelhos, caímos derrotados e nos deixamos ficar, extenuados, à margem da estrada. Porém, quando o vento do Espírito sopra e nos faz sentir que forças novas estão chegando, podemos voltar a sustentar nossas pernas. E os passos, então, devem ser firmes e em direção Àquele que sempre nos aguarda, como Pai amoroso, que faz festa quando o filho pródigo retorna.

    Você que está caído, sem forças e desanimado, clame ao Deus que amou o mundo de tal forma, que foi capaz de dar o seu Filho para pagar pelos nossos pecados. Ele continua disposto a nos receber, pois Jesus derramou seu sangue por todos nós. Por mim e por você. Ele quer ver o triunfo de cada um de nós sobre o ardiloso príncipe das trevas. E depois que der o primeiro passo, não volte seus olhos para trás. A luz que brilha à frente é seu objetivo. Ignore tudo que está ficando às suas costas. Tenha a certeza de que o reencontro será motivo de festa, e corra para os braços do Pai. Ele ama você e haverá festa no céu pelo seu retorno à Sua família.

     

    Antenor Ribeiro

     





    06/10/2011

    Perdão

    Todas as vezes que peço perdão a Deus me lembro que Ele me manda perdoar também. E então imagino a quem deixei de dar perdão. Tento buscar alguém que possa ter ficado sem ouvir minha palavra de perdão e que talvez a necessite para sentir mais conforto no coração.

    Nos faz bem liberar o perdão. Ele deve ser verbalizado, sim. É preciso dizer, comunicar, oficiar à pessoa, para que nos sintamos bem e possamos causar bem à quem ouve, recebe nosso perdão.

    E como perdoar, se a ofensa foi tão grave? Também me pergunto se Deus irá me perdoar aquele pecado horroroso que cometi e a resposta é simples. Sim, Deus nos perdoa. Cristo disse que tudo o que pedirmos ao Pai em seu nome, Ele concederá. Portanto, se peço a Deus que me perdoe tudo, em nome de Jesus, devo ser capaz também de perdoar tudo.

    Mas até a infidelidade em um casamento? Sim, até mesmo este pecado tão grave, que na bíblia é citado como capaz de ser responsável pelo divórcio, a ser concedido pela parte ofendida. Até mesmo em um caso assim, onde tamanha for foi causada ao coração do traído. E, principalmente, quando dentro de nós o sentimento é maior. O amor tudo suporta, disse o apóstolo Paulo em Corintios 13. O amor é o maior de todos os sentimentos. Ele pode nos levar a perdoar a pessoa amada, mesmo quando ela nos trai. E dar o perdão significa oferecer uma nova chance? Sim, no caso em que a pessoa que pratica a infidelidade reconhece o equívoco, sabe do erro cometido, se arrepende e quer uma outra oportunidade. Por que Deus nos deu muitas oportunidades.

    Mas e se acontecer outra vez? Não devemos pensar assim. Estamos buscando Deus continuamente e num processo destes, de reconciliação, novos caminhos devem ser trilhados. Um casal que se reconcilia deve preparar o campo para o amor e armar-se contra o inimigo. Deus dá as armas para esta batalha. Sua palavra é poderosa e está disponível o tempo todo. Ela está na bíblia e deve ser buscada sempre. Ela está no sermão do pastor, do padre, do palestrante cristão, no encontro de casais, na reunião de células, nos pequenos grupos.

    Precisamos nos revestir com a couraça que o Espírito Santo nos oferece, para a batalha do dia-a-dia. Ninguém está imune ao pecado. Todos nós pecamos… e Deus é misericordioso para perdoar. E ele nos ensina o perdão. Portanto, para você que estava esperando tanto a volta de seu cônjuge, num arrependimento da traição praticada, Deus está lhe oferecendo a oportunidade. Libere o perdão sem qualquer receio de que não entendam seu gesto. Aqueles que conhecem o amor de Cristo e seus ensinamentos, assimilarão plenamente a sua atitude.

    Que Deus abençoe!

     

    Antenor Ribeiro

     





    06/10/2011

    Deus me salvou…

    Meu nome é Ilda e estou escrevendo para também relatar uma bênção que recebi.

    Foi quando estava para fazer uma cirurgia e eu tinha muito medo. Todo mundo me dizia que era uma operação muito dolorosa e que na maioria das vezes a pessoa não voltava a ter uma vida normal.

    Eu chegava a pensar em não fazer a cirurgia, mas o médico dizia que só assim eu poderia levar uma vida mais normal.

    Depois de muito resistir, fui fazer os exames. Mas, antes, orei muito e pedi a Deus para que estivesse comigo em todas as horas. Eu acreditava que Ele poderia até mesmo me curar sem que precisasse fazer a cirurgia.

    Foi mais ou menos o que aconteceu. Eu fui fazer alguns exames e em um deles o médico que me atendeu perguntou se eu já fizera uma ressonância magnética. Eu disse que não e ele me disse que para o meu caso o mais indicado seria este exame.

    Antenor, parece que foi Deus que colocou aquele médico para me atender. Ele foi tão atencioso. Me ajudou até dando uma guia para que eu conseguisse o exame de maneira menos demorada.

    Uma esperança brotou em meu coração e quando saiu o resultado percebi que Deus é maravilhoso. Em sua misericórdia ele me poupou da cirurgia.

    Fiz apenas um tratamento recomendado por este médico maravilhoso e hoje estou completamente curada do meu problema, sou plenamente realizada e até uma outra gravidez apareceu sem que a gente tivesse programado.

    Por isso eu também quero dizer àqueles que ouvem que tudo é possível aos que crêem.

     

    Ore pela minha família. Ilda Rodrigues da Silva

     





    06/10/2011

    Deus ouviu minha oração

    O Poder da Fé

     

    Meu nome é Magnólia Rezende

    Estou escrevendo pois quero testemunhar uma grande graça que alcancei através do Poder da Fé.

    Eu tenho muita fé em Deus e sempre que peço alguma coisa, consigo. Espero que com este relato eu possa mostrar a outros que tudo se pode conseguir pelo Poder da Fé.

    Na minha família, há algum tempo, ocorreu uma desavença muito grande, e teve até agressão física. Tudo por causa do maldito dinheiro. Um tio meu, muito querido, que sempre ajudou muita gente, foi fiador de um irmão meu, e quando a situação apertou muito, ele precisou honrar a dívida de aluguel do meu mano.

    E a gente também tentou ajudar, nesta época, mas todo mundo era meio fraco de dinheiro e tudo que se podia fazer era não deixar passar fome, ou doar uma roupa usada, coisa assim.

    Meu tio, quando teve também uma necessidade maior de dinheiro, foi cobrar do meu irmão a dívida, ou pedir que ele começasse a pagar o que lhe devia.

    Ah! Antenor… nesse dia a coisa esquentou lá em casa. Não gosto nem de lembrar da cena. Saiu palavrão de todo tamanho, e de repente o meu irmão pegou um pedaço de pau e saiu correndo atrás deste meu tio.

    Ele não merecia ser tratado daquele jeito. Um filho dele, quando soube disso, foi atrás do meu irmão, e, sendo um rapaz muito forte fisicamente, agrediu meu irmão, que prometeu revidar, falou até em pegar um revólver, em matar.

    Veja só o que o inimigo pode fazer na vida da gente. Nossa família sempre foi calma, tranqüila, e de repente ninguém mais dormia, pensando numa desgraça que podia acontecer.

    Eu dobrei meus joelhos, jejuei, pedi a Deus que fizesse uma obra na vida destas pessoas que eu amava tanto, e estavam agora vivendo como inimigos. Eu ia orando, chorando, falando com Deus, e sentindo que a paz pelo menos ia voltando à minha alma. Antenor… eu fiz isto muitas vezes. Mas num sábado, eu lembro bem… ia entrando a noite e eu estava dentro de casa, já pensando em deitar, quando bateram à porta. Era este meu tio. Ele me disse que alguma coisa o estava incomodando e empurrando para minha casa. Que não sabia o que era, mas viera me procurar para saber se eu estava precisando de alguma coisa dele.

    Eu senti, neste momento, que Deus estava me dando uma chance de promover a paz em meu lar. Eu comecei a chorar, e sei que o Espírito Santo falou através de mim. Meu tio ia me ouvindo e também disse que estava muito mal desde que aquilo tudo acontecera. E me pediu para ir com ele à casa do meu irmão, pois ele lá para perdoá-lo e oferecer novamente sua mão estendida.

    Eu não sei de onde tirei coragem, mas saí com ele, no carro, e em menos de meia hora nós dois estávamos batendo à porta da casa de Germano, meu irmão. Deus já tinha feito a obra. Ele estava da mesma forma que nós, tocado pela mão de Deus. Foi só começar a falar, e nós três oramos, abraçados, agradecendo a Jesus por esta obra em nossa família. Foi muito lindo. Nós choramos lágrimas de felicidade, e a paz voltou a reinar entre todos. Para nosso Deus não há impossível. Ele abranda os corações e pode fazer tudo novo. Isso aconteceu conosco para mostrar o quanto é grande O Poder da Fé!

     





    06/10/2011

    Deus me ouviu…

    O PODER DA FÉ

     

    Meu nome é Marina Leite de Lima.Moro em Sertanópolis, à avenida Seis de junho, 36. Me casei aos dezoito anos e hoje estou com 32. Aos vinte anos fiquei grávida pela primeira vez e perdi o neném no quarto mês, sem qualquer explicação. Engravidei de novo, perdi novamente no sexto mês. Era uma menina. Mas eu não desisti. Continuei tentando. Eu e meu marido queríamos muito ter um filho. Fiquei grávida novamente e consegui chegar ao novo mês.Nasceu um lindo menino, ao qual demos o nome de Leonardo Vinícius.

    Antenor, por ironia do destino, meu filho não mamava nem o meu leite e nem aceitava qualquer outro tipo de leite.Mas aos poucos, com muito cuidado, ele foi crescendo. Quando pensei que tudo tinha acabado, ele já estava com três anos e meio, meu filho começou a passar mal, de repente. Eu o levei ao pediatra e ele foi internado no dia oito de fevereiro de noventa e nove, pela manhã, em Ibiporã, no hospital Santa Terezinha. Apesar de todo atendimento, ele foi piorando e precisou ser transferido para o Hospital Universitário de Londrina, às seis horas da tarde. Era uma situação grave. Às oito horas, ele veio a óbito.

    Só vim a saber o que aconteceu de verdade, quinze dias depois. Ele estava com leucemia.

    Foi uma tristeza muito grande para toda a família. Mas eu e meu marido nunca perdemos a fé em Deus. Afinal, Ele sabe o que faz. Algum tempo depois, sem que eu esperasse ou programasse, estava novamente grávida. Como Deus é poderoso e maravilhoso.

    Nove meses depois, no dia dezessete de novembro de 99 nascia Pedro Vinícius. Veio forte, com saúde. Foi uma alegria enorme para todos nós da família.

    Quando ele estava com três anos, pensamos em ter outro filho. Daí eu engravidei e fiz uma promessa a Deus, de escrever para O PODER DA FÉ, se tudo desse certo na gravidez e a criança nascesse perfeita.

    Nasceu uma menina, linda, a quem demos o nome de Ana Cláudia. Hoje Pedro Vinícius está com  seis anos e a minha filha completou dois anos em dezembro passado. Agradeço a Deus pela minha família. E quero dizer aos que estão ouvindo, que a gente nunca pode desistir. Devemos sempre confiar em nosso Deus. Tudo posso Naquele que me fortalece.

     



 

 

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